Arquivos da categoria: Artigos

Aprenda a gostar de economizar – Organizze

Admitir que é preciso economizar dinheiro é fácil, colocar a tarefa em prática já é bem diferente.

Por mais que a gente saiba da responsabilidade, o apelo para gastar o dinheiro em satisfações imediatas muitas vezes pode minar projetos e sonhos de longo prazo.

Ninguém gosta de economizar. Será?

O Finanças Femininas dá algumas dicas:

1. Estabeleça metas

Enxergar um objetivo lá na frente é o que vai lhe dar motivação para abrir mão de satisfações momentâneas e guardar dinheiro.

2. Crie desafios para economizar

Jogos criam engajamento. Além disso, quando você estabelece uma meta (passar de fase ou vencer um oponente) e a conquista, seu cérebro responde com a produção de dopamina. A substância é a responsável por lhe dar a sensação de prazer e te dá vontade de dar o próximo passo, seja seguir para a fase seguinte ou iniciar uma nova rodada.

3. Relembre suas conquistas

Essa é a parte que te ajudará a manter-se motivada para continuar economizando. A cada conquista que você tiver, faça questão de valorizar este passo e também deixe isso registrado para que você passe para a próxima fase do jogo.

Você pratica algum método para economizar ? Conte sua experiência nos comentários aqui. Não deixe de participar!

Próximos artigos:

O que fazer com as suas finanças pessoais para sobreviver a crise? – Organizze

A crise é um tempo que, sem dúvida, coloca à prova as finanças pessoais. Inflação, juros altos, risco de desemprego e elevação do grau de incerteza sobre o futuro da economia são fantasmas que assombram as pessoas nessa situação. Como o poder de compra diminui, o dinheiro fica mais curto no fim do mês e, se o indivíduo não possui o controle das finanças, pode entrar no efeito bola de neve das dívidas.

Para evitar esse tipo de situação na sua vida, confira as dicas do post de hoje para sobreviver ao período de crise econômica!

Entender que é preciso mudar

Um período de turbulências na economia de um país não só mexe nas finanças pessoais como em outras dimensões da vida de uma família. Por ser um período de reviravoltas, a crise exige mudanças de comportamento das pessoas.

Você já deve ter percebido que a economia sobe e desce com o tempo, logo, para sobreviver ao período de recessão e usufruir novamente do tempo de crescimento é preciso ter estratégias eficientes para não ficar pelo meio do caminho. Uma revisão total do orçamento doméstico e um planejamento das finanças pessoais focado no contexto de crise são algumas das possibilidades de ação para superar esse momento de turbulências.

Conhecer a movimentação financeira e cortar gastos

Por mais que não seja recomendável, nos períodos de bonança é comum as pessoas não se preocuparem tanto com os gastos e consumirem itens ditos supérfluos. Já nos períodos de crise, é necessária uma mudança radical no modo de tratar as finanças pessoais.

Uma orientação importante, nesse caso, é anotar todas as receitas e todos os gastos. O registro da movimentação financeira pode ser feito tanto em um caderno quanto em uma planilha eletrônica ou aplicativo. Para que nenhum item seja esquecido, anote diariamente o que recebeu ou gastou. Só assim é possível ter uma visão mais clara das finanças pessoais e, a partir daí, efetuar cortes.

Uma boa dica para organizar o seu orçamento é dividir os gastos por categorias. Em primeiro lugar, classifique as contas fixas, ou seja, que têm o mesmo valor todo mês, como aluguel ou financiamento da casa ou do carro. Geralmente é mais difícil conseguir diminuir essas dívidas, ainda assim, é possível tentar uma negociação com o credor para tentar melhores condições de pagamento. Já no caso das contas variáveis, que têm valores relacionados via de regra ao consumo, como energia elétrica, telefone, supermercado e combustível, é possível tentar economizar.

Na organização das suas finanças pessoais, um requisito fundamental é jamais gastar mais do que se ganha. Logo, evite ao máximo complementar a renda com os limites do cartão de crédito ou do cheque especial. Se você fez as contas e notou que faltou dinheiro, é sinal de que algo tem que ser cortado ou, então, você precisará encontrar formas alternativas de renda, como vender algo que não usa mais ou fazer algum serviço freelancer.

Lembre-se de que apelar para o crédito fácil só faz aumentar as suas dívidas no longo prazo, devido ao efeito dos “juros sobre juros”.

Mudar hábitos e adequar padrão de vida

Uma causa grave do descontrole financeiro é a família ter um padrão de vida não condizente com a renda obtida. De que adianta comprar um “carrão”, se depois faltará dinheiro para revisões, documentação e seguro, concorda? Saiba que, principalmente num período de crise, é indispensável que o padrão de consumo da família caiba no orçamento.

Para evitar gastos excessivos e equilibrar as finanças pessoais, você pode optar por substituir produtos de marcas famosas por outras mais baratas, com qualidade semelhante.

Além disso, você pode também cancelar eventuais serviços que realmente não utiliza ou usa pouco, como TV paga, assinatura de publicações, celular de conta mensal, entre outros. Mais uma opção para cortar gastos é reduzir algumas atividades de lazer, como ir a restaurantes ou ao cinema, e escolher programas gratuitos, como passear com a família em um parque, ir a shows de graça etc.

Fazer uma reserva de emergência

Numa crise econômica, as incertezas são grandes não só no contexto da macroeconomia, como os rumos da inflação, da política de juros, do Produto Interno Bruto (PIB) do país, como também nos ambientes da microeconomia, como as decisões de consumo e de investimento das famílias e das empresas.

Para sobreviver ao período de crise e diminuir riscos financeiros, uma atitude fundamental é formar uma reserva de emergência. De preferência, é recomendável deixar as economias colocadas em uma aplicação com alta liquidez (facilidade para sacar o dinheiro), como a poupança ou os títulos públicos do Tesouro Direto.

Os educadores financeiros sugerem que as pessoas guardem entre seis meses e dois anos de salário. Por exemplo, alguém que recebe R$ 2 mil mensalmente teria que poupar entre R$ 12 mil e R$ 48 mil. O objetivo dessa reserva de emergência é ajudar o indivíduo em imprevistos do dia a dia, como conserto do carro, ou para prover o orçamento doméstico em caso de demissão do emprego. Sem contar que a reserva de emergência é uma garantia de maior tranquilidade no convívio familiar, afinal, contas atrasadas só geram estresse.

Promover a própria saúde financeira

Como já mencionamos, as crises são cíclicas, ou seja, vão e vêm. Quando a economia vai mal, governo, empresas e famílias precisam se reformular para passar por essa turbulência. Sem dúvida, toda crise oferece muito aprendizado. Uma vez que você supera um momento desse tipo, é importante agregar à rotina normal os bons hábitos adquiridos ao longo da crise, principalmente, no que diz respeito às finanças pessoais. Ao conseguir juntar economias além da reserva de emergência, por exemplo, você pode pensar em fazer investimentos para fazer o dinheiro literalmente trabalhar a seu favor.

Você faz alguma alteração nas suas finanças pessoais durante uma crise econômica? Conte sua experiência nos comentários aqui. Não deixe de participar!

Próximos artigos:

Rede social que paga para você fazer postagens.

Uma das coisas que mais têm surgido de uns tempos para cá (em grande parte devido ao sucesso estrondoso do Facebook) são novas redes sociais.
Se antes as pessoas estavam apenas no falecido Orkut, hoje há uma infinidade de redes para escolher: Facebook, Twitter, Instagram, Google+, blogs, Ello, Tsū.

O que? Desse último você nem ouviu falar?
Então senta em posição confortável que vou te contar tudo!

– O que é o Tsū?

Tsū é uma rede social gratuita e uma plataforma de pagamento que compartilha até 90% da receita com seus usuários. (Tsū é pronunciado ‘Sue’).
Sim, isso mesmo: o Tsū promete fazer algo que já anima a gente: pagar os usuários pelo conteúdo original produzido.
É como se o Facebook (ambas as redes são extremamente parecidas) te pagasse pelos posts em seu perfil ou fanpage.
Exatamente o que o Youtube faz, diga-se de passagem.

-De onde vem o dinheiro?

Ao entrar no Tsū  a primeira coisa que você vai notar são os anúncios, gerenciados através (pasme!) do Adsense. Rola parceria com o Google, será?
É daí que vem a receita a ser “dividida” com os usuários.
A rede, em si, é muito semelhante ao Facebook.
Isso é inteligente pois a familiaridade facilita a aceitação.

-Como entrar no Tsū?

Para criar sua conta clique aqui.

A seguir vou te mostrar o passo a passo de como criar a conta.
Clicando aqui, clique em JOIN e em seguida você verá essa página:

tsu 2

Embora esteja em inglês é bem simples de fazer: coloque seu nome, sobrenome, seu gênero (e nesse caso pode escolher Business, caso seja uma página para seu blog ou empresa), crie um username, coloque seu email, crie a senha (password), marque sua data de nascimento e clique no botão verde.

A página seguinte é essa, para configurar seu perfil:

Coloque sua foto de perfil, a capa que deseja, uma descrição, o endereço de seu blog, seu status (solteiro, casado, etc…), sua localização caso queira, e vincule suas redes sociais, é bem importante isso.

Depois de preencher os campos que puder/desejar clique em Next.
Vai abrir esta página:

Nela você pode conectar suas contas, mas se preferir pode clicar em Skip e pular essa etapa. Eu conectei todas.
Depois de conectar ou pular clique em Next.

A página seguinte contém indicações de usuários para seguir.
Pode pular se preferir.
Clique em Next novamente.

Você será direcionado à página do meu perfil no Tsū.
Acima dela verá um alerta, dizendo que instruções de ativação da conta foram enviadas ao seu email.
Vá até ele e clique no link que foi enviado.
Assim:

Está feito! Sua conta foi criada e ativada.
Agora é só descobrir quem seguir, de quem ser amigo, etc.

Entenda o Tsū

Agora vamos aos detalhes?

  1. A imagem de perfil pode ser qualquer tamanho, ela será ajustada direto no Tsū.
  2. A capa do Tsū não pode pesar mais de 10 mb. Ela sempre vai ficar distorcida. Creio que em breve isso será corrigido.
  3. No menu do lado esquerdo existem as seguintes opções:
  • Feed: onde você visualiza o feed de notícias da rede social.
  • My network: mostra as atualizações dos seus amigos.
  • Popular: mostra conteúdos populares postados na rede social.
  • tsuGroups: esta seção ainda está em fase beta e permite a criação de grupos no Tsu.
  • Messages: permite enviar mensagens particulares (inbox) para usuários do Tsu.
  • Bank: oferece acesso ao “Banco”, que nada mais é do que a carteira digital do usuário na rede social. Aqui é possível ver quanto dinheiro você já ganhou com suas atividades no Tsu.

Dica extra, de ouro

Por motivos de eu não sei explicar o Facebook bloqueia o link do Tsū (talvez medo da concorrência).
Mas há um jeito de driblar esse bloqueio..

Se você usa WordPress: crie uma página em seu blog e cole esse código nela:

Publique e quando  for compartilhar no Facebook compartilhe o link dessa página, blz?

Se você usa Blogger: crie um blog vazio, sem nada. Será só irá redirecionar para seu perfil Tsū.
Depois de criar o blog clique em Modelo/Editar HTML e tecle Ctrl+F dentro da caixa de código.
Na barra de busca digite <head> e tecle Enter.
ABAIXO  de <head> cole este código de redirecionamento:

Salve.
Quando for divulgar seu perfil do Tsū no Facebook divulgue esse blog fake; assim o link não será bloqueado e o redirecionamento é automático.
Genial, né?

Em tempo:
Não, ninguém vai ficar rico com o Tsū. Mas ganhar um dólar é melhor do que não ganhar dólar nenhum, concorda?
E seria bom se o Facebook, ao invés de restringir nossas fanpages, partilhasse com seus membros um pouco da receita que gera.
Nem ´s vídeos são monetizados.
Mas deveriam ser pois quem faz a rede são as pessoas, que produzem conteúdo e geram grana.

E aí?
Me segue lá no Tsū?
Se você criar sua conta deixe o link de seu perfil nos comentários.
Vou te seguir lá, blz?

Dicas básicas de comportamento em entrevista de emprego

– Não deve usar boné;
– Homens deve aparar a barba e evitar bermudas, tênis e chinelos;
– As mulheres devem usar pouca maquiagem e não usar vestidos, blusas e saias agarradas ao corpo além de perfumes fortes;
– Não usar o celular;
– Evitar balançar os pés (isso pode demonstrar ansiedade);
– Evitar cruzar os braços (é sinal de poucos amigos).

Por que eu não fui contratado?

Por que eu não fui contratado?
Camila Balbo Donati

Escrito por 

Por que eu não fui contratado?

Costumo dizer que ter as competências e experiências exigidas para o cargo é apenas o PASSE para você ingressar no processo. O fator humano, se é que posso chamar assim, sem sombra de dúvidas é o determinante do seu sucesso.

Como acredito muito no compartilhamento de experiências e sei que nem todos vocês já tiveram a oportunidade de estar no papel de um entrevistador em busca de um profissional aderente ao cargo, vou compartilhar alguns feedbacks de entrevistas que ouvi de clientes enquanto era headhunter:

(Desculpem a oralidade, o uso de termos e de gírias)

  • “O santo não bateu”
  • “Vai dar problema com a minha equipe”
  • “Não tem nada a ver com a nossa empresa”
  • Esse cara é um trator para ganhar mercado, mas eu já tenho um desses aqui. Eu preciso de um que seja bom em fortalecer relacionamentos.
  • “Ela tem muita energia… vai se entendiar em 2 meses de empresa porque aqui as coisas acontecem devagar”
  • “Ele vai ser engolido pelos nossos clientes porque nesse mercado o cara tem que ser agressivo”
  • “Ele está numa fase mais família, acabou de ter um filho… e eu preciso dele viajando toda semana. Senti que ele não vai aguentar essa pressão, apesar dele ter tentado me convencer que não se importaria com isso”.
  • “Ele não volta pra empresa depois da primeira reunião com o nosso diretor norte-americano casca grossa. Aqui a simpatia não é um elogio, quero alguém mais seco e sem sorriso no rosto”.
  • “Ela preparou uma apresentação sobre si mesma no Power Point e ficou falando em terceira pessoa… Não dá!”
  • “Ele enrola demais pra concluir os assuntos e aqui nós somos mais diretos”.
  • Muito formal, vocabulário rebuscado demais… não combina com nosso jeitão”.

Acho que não preciso continuar com exemplos para deixar a mensagem clara: comportamento, características pessoais, perfil da equipe e dos gestor, cultura organizacional, momento de mercado da empresa… TUDO isso é levado em consideração e não está explícito.

O que não ajuda

maioria daquelas listas com 15 dicas para ser bem sucedido em uma entrevista de emprego não servem para absolutamente nada nessas horas.  Para ser compatível com a empresa/vaga você precisa ser compatível, sem segredo.

Eu disse maioria porque já vi algumas dicas valiosas sobre preparação para uma entrevista. Para saber as que valem a pena, pergunte-se: Se eu fizer isso, estarei tentando ser algo que eu não sou? Se a resposta for sim, esqueça!

O tímido que tenta sorrir demais, o bem humorado que finge ser sério… nada disso é válido! E depois de contratado, como você será?

Eu mesma já escrevi um artigo com “dicas para se preparar para uma entrevista eficiente”, que você pode ler  aqui, mas reparem que todas elas se concentram na parte técnica (experiências).

O que pode te ajudar

(1) Investir no seu auto-conhecimento e (2) pesquisar sobre os valores e clima organizacional da empresa.

(1)

Diversas são as maneiras de se conhecer melhor. Independente de como, o importante é você conseguir entender quais são seus valores principais (segurança, família, contribuição, …); qual é o ambiente de trabalho ideal para você mostrar resultados (competitivo ou colaborador, com autonomia ou sem, com abertura para criatividade ou quadrado, …).

Para mim o que foi decisivo nesse processo de auto-conhecimento foi receber a minha devolutiva do DISC (pretendo contar essa história aqui em breve).

Uma maneira de fazer isso é olhar para trás e analisar suas experiências profissionais passadas para saber o que deu certo e o que deu errado pra você, o que você priorizou em situações passadas e o que não tem valor pra você.

(2)

Pesquisar sobre a empresa é mais do que olhar no site, pois nem tudo o que você encontra escrito em missão, visão e valores é realmente colocado em prática.

O que é mais eficiente é conversar com alguém que conhece a empresa por dentro! Se você não conhecer alguém pessoalmente, pergunte aos amigos ou tente contato através do LinkedIn (uau, mais uma utilidade fantástica para ele).

Se eu tivesse que fazer isso pelo LinkedIn eu procuraria pessoas que já trabalharam na empresa, mas não trabalham mais. Isso porque quem ainda trabalha pode não ficar a vontade em falar sobre isso ou pensar que é algum tipo de teste.

Quem não trabalha mais na empresa pode ficar mais a vontade. Porém, eu capricharia na mensagem inicial de contato e proporia que a conversa fosse por telefone para não ficar nada registrado e deixar a pessoa mais segura.

Detalhe: Eu escolheria alguém com mais de 500 conexões e com um perfil bem elaborado, porque isso demonstra que a pessoa entende que o LinkedIn existe para fazer Networking.

Para um primeiro contato eu enviaria uma mensagem mais ou menos assim:

Fulano, bom dia.

Sei que não nos conhecemos pessoalmente, mas encontrei seu perfil em uma busca no LinkedIn e vi que já trabalhou na empresa X, pela qual me interesso.

Você tem 5 minutos para me contar um pouco sobre ela?

Agradeço muito, desde já, e espero retribuir de alguma forma.

 

Antes de pensar que ninguém responderia a essa mensagem, pense se você ignoraria esse pedido. Eu não. Mas se alguém se recusar, não tem problema, tente novamente com outras pessoas.

 

O ajuste fino

Feito isso (auto-conhecimento + buscar conhecer os verdadeiros valores e a cultura da empresa), a única coisa que você precisará fazer é – caso entenda que aquela empresa realmente atende suas expectativas – ser você mesmo na entrevista. 

O mais importante de tudo: quando estiver naquele momento em que as entrevistas não estão dando certo não saia correndo em busca de um MBA para melhorar seu currículo. Busque auto-conhecimento.

 

Por que eu não fui contratado?

Apenas entenda que não era o melhor pra você, independentemente do motivo, e não se desespere.

Inclusive, agradeça por ter sido livrado de frustrações desnecessárias e pela chance de continuar procurando um ambiente, uma empresa, um gestor ou uma equipe mais adequados para seu alto desempenho.

De fora, acredito que todos já presenciamos o péssimo resultado de uma contratação inadequada. Já vimos aquele novo Diretor que acabou com o clima organizacional de uma empresa inteira e também já vimos o novo analista que trouxe sérios problemas de convivência para a equipe.

“Ter perfil” para trabalhar em uma empresa é muito mais do que ter um currículo aderente. Ou todos nós conseguiríamos trabalhar na Amazon (leia aqui)? E no Google (leia aqui)? E na Ambev,  (leia aqui)?

Então quer dizer que eu não preciso do inglês, do MBA, da experiência em gestão de pessoas ou dos conhecimentos em SAP? Sim, precisa, lembre-se que esse é seu passe.

Só para complicar um pouco essa ciência que não é exata: Já vi pessoas serem contratadas apenas pelo perfil comportamental e com potencial de se desenvolver tecnicamente. Mas também já vi o contrário.

Qual é o segredo, então? Não tem, assim como não tem regra!

Com esse texto eu só quero dar insumos para a sua reflexão.

Espero que gostem e que seja útil.

Abraços.